Você já percebeu que, por mais que o paciente entenda o trauma racionalmente, o corpo dele continua reagindo como se o perigo fosse agora?
A ciência moderna revela que o trauma não é uma memória esquecida, mas um estado biológico ativo. Ele vive na intersecção entre os sistemas nervoso, imunológico e endócrino. É uma assinatura bioquímica de estresse que dita o comportamento, os pensamentos e os resultados do seu paciente.